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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Where's your gavel? Your jury?

*"Onde está seu martelo? Seu júri?" Trecho de Ignorance do Paramore.
A vingança envenena sua alma, você a destila e a engole et cetera. Oh, você já sabe disso. Todo mundo te alertou. Mas vingança também é algo doce, como uma sobremesa, da vontade de repetir. E que não ousem te julgar, pois afinal, quem é que gosta de sair por baixo? Quem gosta de ser apontado como o idiota da historia?
E você já cansou dos olhares de esguelha, cheios de pena, e dos sussurros pelas suas costas. Então sim, você é vingativa e orgulhosa, mas pelo menos é sincera, sem sorrisos falsos paralizados ou outras coisas do tipo. E você se machucou e chorou, mas que não ousem dizer que você é frágil. Que não ousem te tratar como se você fosse uma maldita boneca de porcelana.

Inspirado pela recente desventura de certa amiga. Tu é foda <3

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Coisa de Amiga Bitch


- Tá bom. - suspirou a morena que se encontrava largada no sofá vermelho. - Eu meio que tenho uma quedinha pelo Rafa. - adimitiu pesarosamente.
A garota loira que deitara no tapete sentou-se imediatamente.
- Uma quedinha? - desdenhou forçando uma voz fina. - Você tem um tombo de duzentos metros por ele, isso sim. - riu.
- Cala boca. - resmungou Mel, corando de vergonha.
- Só estou sendo sincera. Eu percebi o jeito que você olha para ele, Mel, está bem...errr....na cara.
- Olha quem fala. - Mel revirou os olhos. - Até parece não se derrete toda pelo Pedro.
- Me apresente uma garota que não se derreta pelo Pedro. Não tem como evitar, ele é uma delícia. - disse maliciosa rindo alto em seguida. - Mas isso não quer dizer que sou afim dele ou coisa assim. Ao contrário de você que está totalmente apaixonada pelo Rafa.
- Para de falar besteira, Bianca!
- Não é besteira, é um fato. - defendeu-se a loira. - Você quer trocar saliva com o Rafa.
- Ecati! Que nojo! - exclamou Mel, jogando um travisseiro em Bianca.
- Nojo? - Bianca rolou os olhos. - É algo natural. - riu e revidou a travisseirada iniciando assim uma inevitável guerra de travisseiros.

Obs: Os nomes das pessoas foram modificadas para não comprometer os inocentes, ou seja, euzinha :) Baseado em alguns fatos reais! E dedicado à Ivna Raine! Bitch, aceite esse presente do fundo do meu coração alemão e Stiglitz *-*

Aline e Ivna vão noobar juntas no show do Restart.

sábado, 13 de março de 2010

Meu espelho


Um presente inesquecível

Dicionário ambulante
e desmerecedor de leitores.
Eu sei tudo
e não sei nada.
Eu sei o que é
amor,
beleza,
amizade,
girafa,
carinho,
tristeza,
elétron,
qualquer-outra-coisa.

São palavras
que os outros inventaram
e puseram dentro de mim.
Eu sei tudo
e não sei nada.

Eu sei como se escovam os dentes
mas não tenho sorriso.
Eu sei ligar dois pontos
mas nada parece ter sentido.
Eu sei somar um mais um
e ser só mais um.
Eu sei amarrar os sapatos
mas não paro de cair sozinho.
Eu sei que importa a beleza exterior,
e minhas letras foram mal impressas.

Eu sei que o céu é azul
mas é provável que não haja céu.
Eu sei fechar os olhos e dormir
mas sempre esqueço os sonhos.

Eu sei palavras esdrúxulas
mas não converso com ninguém.
Eu sei muitos conceitos dos outros
mas não possuo opinião só minha.
Escrito por: Aline Agatha


Uma conversa inesquecível

Aline diz :
Que lindo *-* Ficou muito a minha cara!
Porque será que você consegue me entender tão bem? D:
Aline Agatha diz :
Porque você sou eu e eu sou você, lembra? Nós somos irmãs.

Aline queria poder abraçar a outra Aline agora mesmo.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Completude


Não eram colegas, não eram amigos e muito menos namorados. Não havia juras de amor entre eles, nem compromissos, nem obrigações e nem promessas. Não havia exigências. Não existiam regras.
Pensavam de forma parecida embora fossem totalmente opostos. Concordavam em muitos assuntos mesmo que discordassem em muitos outros.
Não eram os extremos: nem se amavam e nem se odiavam. Eles eram meio termo e nesso caso meio termo era completude. Não tinham certeza da existência dessa palavra, completude, porém sabiam que se completavam.
Não eram colegas, não eram amigos e muito menos namorados. Eles apenas se completavam de uma maneira estranha, porém sincera.
Possuiam o mesmo sobrenome e nasceram do mesmo pai e da mesma mãe, entretanto o sentimento mutuo que existia entre eles era muito mais que fraterno. Era mais forte, mais incondicional, mais pleno.
Conseguiam entender o que o outro estava sentindo ou pensando com apenas um olhar. Palavras eram dispensáveis, desnecessárias. Se comunicavam na maior parte do tempo com meios sorrisos, olhares e silêncios. Os silêncios entre eles significavam mais que palavras, eram mais esclarecedores que milhares delas.
Não era amor. Não era ódio. Era completude. Um sentimento simples do qual Bruno e Jenifer não sabiam da existência, mas o sentiam quando juntos.


Leleu te amo, mano <3