Mostrando postagens com marcador cazuza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cazuza. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de agosto de 2010

Efémero


O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não doi. (Cazuza)

Ps.:Estou de volta.